Perguntas frequentes

Perguntas frequentes 2017-05-07T19:42:18+00:00

Alguns, sim. Os antibióticos e os anti-inflamatórios, por exemplo, interferem nos testes de coagulação do sangue, normalmente solicitados em pré-operatórios. Portanto, quaisquer que sejam os remédios que esteja tomando, avise o atendente antes do exame. Caso um deles interfira, você terá que conversar com o seu médico sobre a possibilidade de suspendê-lo por alguns dias. Se a interrupção não for possível, esse dado terá que ser levado em conta na avaliação do resultado.

Com certeza. Aspirina é o nome popular do ácido acetilsalicílico. Ela está presente em muitos analgésicos e antitérmicos, tais como AAS, Buferin, Doril, Melhoral, Aspirina Forte, Cibalena, Doloxene-A e Aspirina C. Mas também em antiácidos (Alka-Seltzer e Engov), onde está associada a outras substâncias farmacológicas. Por isso guarde bem: todos os remédios com ácido acetilsalicílico interferem nos exames de coagulação do sangue. Em altas doses, podem diminuir os valores totais de tiroxina ou T4 – um dos hormônios da tiróide.

Porque ela não interfere nos fatores da coagulação que são avaliados através deste teste. A Aspirina age no sistema da coagulação, apenas como antiagregante das plaquetas.

Sim, no de creatinina. O uso de remédios contendo dipirona; a Novalgina é um deles, pode fazer com que o resultado da creatinina dê mais baixo do que o real, dependendo do método utilizado. Por isso, ao fazer esse exame, que avalia se os rins estão funcionando bem, o ideal é evitar o medicamento nos três dias anteriores.

Sim, pois elas também atrapalham certos exames. Por exemplo, a vitamina C altera o de creatinina. Já a vitamina E interfere nos testes de agregação plaquetária.

De forma alguma, se forem testes de agregação plaquetária, curva glicêmica ou exame ergométrico. Nesses casos, não fume no dia do exame.

Sim. Alguns exames, aliás, são solicitados exatamente porque a pessoa está com febre. A intenção é verificar se alguma infecção é a responsável. Porém, em algumas circunstâncias, a doença responsável pela febre pode interferir nos exames destinados a avaliar aspectos metabólicos e imunológicos. Por cautela, consequentemente, consulte o seu médico ou o laboratório antes de fazer o exame.

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Sim, qualquer um deles. Porém, diversos hormônios e algumas proteínas séricas variam durante o ciclo menstrual. Portanto, é fundamental que o médico saiba em que período do ciclo o seu exame foi realizado.

Alguns, sim. Por exemplo, os de triglicéride e dosagem de fator VIII de coagulação. Tanto que, antes de fazê-los, você não pode ter se submetido a qualquer esforço físico. Além disso, lembre-se: os exames laboratoriais são padronizados para a realização em condições ideais, bem definidas. É o que os médicos chamam de condições basais. Em consequência, testes feitos após esforços físicos terão eventualmente valores diferentes dos que você tem.

A glicemia reflete a quantidade de açúcar no sangue que, por sua vez, é uma fonte de energia de rápido aproveitamento pelo organismo. Dessa forma, sempre que o organismo precisar de mais energia – esforço físico, stress – por exemplo, há alterações importantes nas velocidades de produção e consumo de açúcar. A maioria das vezes em que se faz exame de dosagem de glicemia quer saber como está o nível basal, pois o valor de referência diz respeito a esta situação. Portanto, a pessoa deve estar o mais próximo possível desta condição.

Sim, especialmente o de triglicérides. Uma dose de qualquer bebida alcoólica na véspera é suficiente para elevar os seus níveis, falseando os resultados. Por isso, o ideal é, antes do exame, não ingerir nenhuma bebida alcoólica por três dias.

Importante: o álcool também altera o colesterol, mas pouco.

Sim, principalmente no de triglicérides. Por exemplo, uma pessoa com triglicérides elevados e que adota uma dieta rígida na véspera do exame terá um resultado falsamente baixo. Já alguém com triglicérides normais, mas que come uma feijoada ou qualquer comida gordurosa no dia anterior, apresentará resultado falsamente alto.

Você deve manter a sua dieta habitual nos 5 dias que antecedem os exames. É fundamental jejum de 12 a 14 horas para a coleta do sangue.

É a que você costuma comer no seu dia-a-dia. Portanto, essa instrução significa apenas o seguinte: não mude a alimentação.

Não. Mas convém tomá-la com moderação. O excesso interfere nos exames de urina. Se seu exame envolve algum tipo de anestésico, você não poderá beber água.

Nem todos. O hemograma simples, por exemplo, dispensa o jejum. Já glicemia e triglicérides exigem que você fique de 8 a 12 horas sem comer, respectivamente. O tempo de jejum varia de acordo com o exame.

Nem todos. Desde que obedeça ao tempo estipulado de jejum, alguns podem ser colhidos, inclusive à tarde, sem problemas.

Não. Também não precisa ser a primeira evacuação do dia. Isso vale para todos os tipos de exame de fezes.

A 1ª amostra do exame Parasitológico de fezes seriado deve ser colhida sem uso de laxante para que o material fecal possa ser avaliado macroscopicamente (para verificar presença de muco, pus, sangue etc.) e também para poder ser realizada uma técnica de pesquisa de larvas de um determinado parasita na qual há necessidade das fezes não estarem semilíquidas/líquidas.

Não. Mas, de preferência, opte pela primeira urina da manhã, pois ela tem uma concentração maior. No entanto, a urina pode ser colhida em qualquer horário do dia, desde que o paciente permaneça 02 (duas) horas sem urinar. O ideal é que ela seja colhida em frasco apropriado, fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia.

Depende do tipo de exame. Para cultura, o ideal é que a urina seja colhida no laboratório. Já a urina tipo I, que é mais comum, pode ser colhida em casa, mas deve ser levada ao laboratório após a coleta.

Depende do tipo de exame. Para cultura, o ideal é que a urina seja colhida no laboratório. Já a urina tipo I, que é mais comum, pode ser colhida em casa, mas deve ser levada ao laboratório após a coleta.

Não, desde que se adotem dois cuidados para não misturar esses medicamentos à urina: assepsia na hora do exame e uso de tampão vaginal.

Normalmente, não, pois o procedimento dura poucos minutos. Mas isso depende da sensibilidade de cada paciente e da destreza do atendente.

Isto se chama hematoma: extravasamento de sangue para fora da veia. Ele pode ocorrer em determinadas situações, tais como: veias finas, delicadas, com muita pressão; falta de boa compressão no local da punção; e paciente usando algum medicamento que altera a coagulação do sangue, entre os quais a aspirina.

O atendimento de gestantes, idosos e crianças é prioridade. No entanto, em algumas situações é necessária a presença de profissionais mais especializados (área infantil, área ginecológica) ocasionando, algumas vezes, uma certa demora.

Não se deve tomar laxante, pois ele provoca um aumento de velocidade do trânsito intestinal com modificação da absorção. Como a absorção de glicose é à base do teste, este pode ser prejudicado.

A pesquisa de Sangue oculto nas fezes é utilizada para auxiliar o diagnóstico de doenças do intestino (especialmente do colo), em que exista sangramento. Como o álcool é um irritante gástrico, podendo causar sangramento do estômago por irritação, a ingestão de álcool em grande quantidade é desaconselhada para quem vai fazer este tipo de teste.

O primeiro jato de urina traz células e secreção que podem estar presentes na uretra, principalmente se existir um processo inflamatório e/ou infeccioso chamado uretrite. Quando se está preocupado com uma possível infecção urinária, é importante que o material examinado não seja “contaminado” com o que estiver na uretra. Daí a necessidade de desprezar o primeiro jato e coletar o jato médio, ou seja, uma urina que representa bem o material que está na bexiga.

A lei federal 13.103 de 2015, também conhecida como Lei dos caminhoneiros, tornou obrigatória a realização de exames toxicológicos de larga janela (que acusa o consumo de substâncias por longo período) para habilitação e renovação da carteira nacional (CNH) das categorias  C, D e E. Esses exames também são agora obrigatórios na pré-admissão e no desligamento dos motoristas contratados pela CLT.

São exames capazes de detectar o consumo de drogas por longos períodos, usualmente três ou mais meses. São realizados através de amostras de cabelo ou pelos. São frequentemente utilizados em processos admissionais para carreiras onde o consumo de drogas não é desejável, como forças de segurança pública.

Caso exista alguma informação errada no cadastro do paciente, deve-se ajustar antes do envio do resultado para o DETRAN. Caso contrário este exame será impossibilitado de ser cadastrado no RENACH.

Não. Existem motoristas profissionais em todas as categorias. A lei é feita para motoristas de categorias C, D e E, profissionais ou não.

Maconha e derivados (skunk, haxixe, etc.), cocaína e derivados (crack, merla, etc.), anfetaminas (distinguindo o consumo como droga terapêutica), metanfetaminas, ectasy, opiáceos e codeína.

Não, o exame não detecta pré-treinos, termogênicos, suplementos alimentares, broncodilatadores e nem anabolizantes.

Não há interferentes para a coleta de amostra de cabelo/pelos nos exames toxicológicos. Não alteram o resultado: shampoo, cremes, desodorantes, produtos químicos, tinturas, entre outros.

Cabelo com gel, tingidos, com tratamentos químicos ou sujos devem ser coletados normalmente. O material coletado passa por uma extensa descontaminação externa inclusive com a extração da melanina. Não há influência de nenhum produto na análise.

Os procedimentos não permitem que outras substâncias que não as drogas pesquisadas interfiram na análise. No laudo são listadas apenas as drogas utilizadas ativamente. Antidepressivos, calmantes, termogênicos, sibutramina, álcool, energético e outros não são detectados.

Não. O processo de descontaminação elimina qualquer contaminação por exposição externa. A única droga identificada será a que tiver sido incorporada no fio de cabelo.

Não há nenhum preparo necessário, apenas apresentação de documento oficial original com foto (exceto coleta de unhas: o esmalte deve ser retirado 2 dias antes da coleta).

Quantidade insuficiente de material
– Comprimento do cabelo inferior a 4 cm.
– Lacre vermelho colado incorretamente
– Ausência de informação nos formulários como por exemplo: falta assinatura, falta tipo de material coletado, falta de assinatura da testemunha e coletor, falta de assinatura do doador nos envelopes, declaração com dados faltantes, falta da impressão digital em todas as vias ou impressões digitais borradas.

Não realizamos exames de sangue para atender esta legislação. Apenas coleta de drogas de abuso no cabelo.